Também concordo contigo, Chris. Quando a governança incorpora de fato os critérios de ESG, ela deixa de ser apenas um requisito formal e passa a orientar as decisões estratégicas, alocação de capital e gestão de riscos de maneira consistente. No mercado de capitais, isso se traduz em menor "assimetria" de informação, maior confiança dos investidores e, assim, um melhor acesso a financiamento no longo prazo, por exemplo.
O "G" como Garantia de Retorno Sustentável: A Governança como Pilar da Credibilidade ESG no Mercado de Capitais
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