Boa parte das empresas tem abordado o tema ESG de várias formas. Algumas falam sobre sustentabilidade, outras sobre diversidade e outras, ainda, sobre a responsabilidade social corporativa que as organizações procuram demonstrar diante da sociedade. Muito mais do que um bom produto ou serviço, as pessoas passaram a se identificar com os valores dos locais que trabalham e consomem, o que levou a uma grande mudança no posicionamento das empresas nas últimas décadas.
Nesse sentido, as práticas ESG deixaram de ser um bônus, para fazer parte da estratégia das organizações. Na empresa em que trabalho, por exemplo, temos a cartilha Pense Verde. Ela é um conjunto de iniciativas que foi colocado como meta periódica para os colaboradores. Economia de água, luz, papel, descarte consciente, tudo isso está descrito nas diretrizes de governança e são constantemente incentivados para nós.
Pessoalmente, acho muito interessante como boas práticas são cada vez mais adotadas como princípios básicos de convivência na sociedade. Somos parte de uma cadeia de usofruto contínuo, em que a ação e reação andam de mãos dadas. Reconhecermos que as matérias-primas são finitas, bem como o desenvolvimento humano é exponencial, nos auxilia a fazermos um planejamento a longo prazo que permita a regeneração de cada bem usado. E tudo isso, quando feito através da união entre organizações e pessoas, aumenta as chances de retornos benéficos para a sociedade.