A sua conexão com o "jeitinho brasileiro" é genial. Ele resume perfeitamente a tensão entre o que a lei pede e o que a cultura permite. Você tocou em um ponto central: a governança é um jogo de gente, não só de regras. O que o líder carrega dentro de si, seus valores pessoais, é o que define se a empresa vai voar alto com credibilidade ou cair na armadilha da conveniência. A governança não pode ser só uma fachada, um monte de papel bonito que não reflete a realidade da conduta.
E quando o comportamento é o do jeitinho brasileiro?
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