Concordo totalmente com a reflexão apresentada. A confiança realmente funciona como esse “ativo invisível” que qualifica o debate estratégico e permite que conselheiros e executivos atuem de forma mais madura e colaborativa. Porém, acredito que o maior desafio nesse cenário é manter a imparcialidade pessoal nas relações. No fim das contas, somos seres humanos, com emoções, percepções e experiências que inevitavelmente influenciam nossas interações. Justamente por isso, é preciso um esforço consciente para separar preferências individuais do que é melhor para a organização. Quando essa imparcialidade é cultivada, o ambiente de confiança se fortalece e as decisões se tornam mais eficazes e alinhadas ao propósito institucional.
Re: Como as relações interpessoais de confiança entre conselheiros e executivos impactam as decisões estratégicas?
by Tiago Alves Dantas -
Number of replies: 0