Concordo totalmente com a sua análise. Também observo que ESG só ganha efetividade quando está amparado por uma estrutura de governança que garante transparência, métricas e acompanhamento contínuo. No meu setor (operações industriais e telecom), isso se traduz em práticas como avaliação criteriosa de fornecedores, controle de impactos ambientais, padronização de processos de segurança e auditorias internas que evitam justamente o risco de ESG-washing.
A pressão de clientes e stakeholders realmente elevou o nível de exigência, e isso tem feito as empresas tratarem metas socioambientais com a mesma seriedade que tratam metas financeiras. Quando o tema passa a ser pauta de diretoria e conselho, sustentabilidade deixa de ser discurso e se torna parte do processo decisório. Isso fortalece a credibilidade e reduz riscos para toda a organização.
A pressão de clientes e stakeholders realmente elevou o nível de exigência, e isso tem feito as empresas tratarem metas socioambientais com a mesma seriedade que tratam metas financeiras. Quando o tema passa a ser pauta de diretoria e conselho, sustentabilidade deixa de ser discurso e se torna parte do processo decisório. Isso fortalece a credibilidade e reduz riscos para toda a organização.