Um plano operacional precisa ter muitos objetivos ou quanto mais enxuto e objetivo melhor?!

Um plano operacional precisa ter muitos objetivos ou quanto mais enxuto e objetivo melhor?!

por Evelise Cristina Corrêa -
Número de respostas: 2

Mesmo em organizações com processos de planejamento estratégicos muito bem delineados, é comum que o desdobramento do plano em objetivos estratégicos acabe gerando dúvidas e muitas vezes acabe em uma lista interminável de objetivos dentro do plano operacional.

Na minha visão, dentro do planejamento operacional, a máxima "menos é mais" não deveria ser apenas uma recomendação, e sim uma regra determinante para o sucesso dos objetivos estabelecidos.

Um plano operacional precisa ser enxuto e objetivo, pois se houver objetivos demais no nível operacional, é possível que não tenhamos um plano, mas sim uma lista de desejos que provavelmente causará confusão e dificuldade de execução e consequentemente mensuração dos resultados.

Além disso é fundamental entender se os objetivos estabelecidos dentro do plano operacional estão de fato conectados com o plano estratégico e contribuindo para a geração de valor para o negócio ou apenas fazendo parte de uma lista aleatória.

Em resposta à Evelise Cristina Corrêa

Re: Um plano operacional precisa ter muitos objetivos ou quanto mais enxuto e objetivo melhor?!

por Felipe Ganzert Oliveira -
Concordo com a sua colocação, especialmente na ideia de que excesso de objetivos acaba comprometendo a execução. Na prática, quando o plano operacional fica muito extenso, perde-se foco e clareza sobre o que realmente gera valor. Ter poucos objetivos, bem definidos e conectados ao estratégico, facilita não só a execução, mas também o acompanhamento e a tomada de decisão ao longo do processo.
Em resposta à Evelise Cristina Corrêa

Re: Um plano operacional precisa ter muitos objetivos ou quanto mais enxuto e objetivo melhor?!

por LUCAS DE MORAIS PEREIRA -
Concordo muito com o seu ponto sobre “menos é mais” no planejamento operacional. Vejo isso acontecer na prática também, quando existem muitos objetivos, acaba ficando difícil priorizar e executar bem.

Um ponto que achei muito relevante no que você trouxe é a ideia de que, sem conexão com o planejamento estratégico, o plano operacional vira praticamente uma “lista de desejos”. Isso é crítico, porque além de gerar confusão, dificulta totalmente a mensuração de resultados.