Um exemplo interessante de uso de People Analytics é a Microsoft. A empresa utiliza dados internos para entender melhor como os colaboradores trabalham, se comunicam e organizam seu tempo. Um exemplo disso é o uso de informações sobre reuniões, colaboração entre equipes e carga de trabalho para identificar situações de excesso de demandas, baixa produtividade ou risco de esgotamento profissional.
Na prática, esse tipo de análise ajuda a área de Gestão de Pessoas a tomar decisões mais estratégicas, como melhorar a distribuição das atividades, orientar líderes, propor mudanças na rotina de trabalho e criar ações para aumentar o bem-estar dos colaboradores.
Embora grandes empresas e multinacionais tenham mais estrutura e orçamento para ferramentas sofisticadas, o People Analytics vem deixando de ser um luxo e passando a ser uma necessidade estratégica. Mesmo com indicadores simples, como rotatividade, absenteísmo e treinamentos, as empresas já conseguem tomar decisões mais assertivas na gestão de pessoas.
Assim, o grande desafio não é apenas coletar dados, mas transformar essas informações em ações que realmente melhorem a experiência dos colaboradores e os resultados da organização.
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