Lucas, concordo com a sua análise, principalmente quando você destaca o desalinhamento entre o que as empresas precisam e o que muitos profissionais conseguem entregar na prática.
No setor de tecnologia, eletrônicos e automação, esse ponto fica ainda mais evidente porque não basta ter conhecimento teórico. Muitas funções exigem capacidade de diagnóstico, resolução de problemas reais, integração entre sistemas e adaptação rápida a novas tecnologias. Ou seja, o profissional precisa transformar conhecimento em aplicação prática, e essa é uma lacuna importante no Mercado de RH atual.
Também achei relevante o ponto sobre o novo perfil valorizado pelas empresas. Hoje, além da competência técnica, características como aprendizado contínuo, pensamento analítico, autonomia e capacidade de adaptação se tornaram diferenciais competitivos. Em setores que mudam rapidamente, como automação e tecnologia, talvez seja mais estratégico contratar pessoas com boa base técnica e alto potencial de aprendizagem do que buscar apenas alguém que já domine todas as ferramentas.
Na minha visão, isso reforça a necessidade de um RH mais próximo da estratégia do negócio. O RH não pode atuar apenas preenchendo vagas; precisa entender quais competências serão necessárias no futuro, apoiar a formação interna, criar trilhas de desenvolvimento e alinhar expectativas entre empresa e colaborador.
Portanto, o mercado está aquecido, mas não necessariamente equilibrado. Existe demanda, existem profissionais disponíveis, mas ainda há uma distância entre formação, experiência prática e necessidades reais das empresas. Esse talvez seja um dos grandes desafios para os próximos anos no setor tecnológico.
No setor de tecnologia, eletrônicos e automação, esse ponto fica ainda mais evidente porque não basta ter conhecimento teórico. Muitas funções exigem capacidade de diagnóstico, resolução de problemas reais, integração entre sistemas e adaptação rápida a novas tecnologias. Ou seja, o profissional precisa transformar conhecimento em aplicação prática, e essa é uma lacuna importante no Mercado de RH atual.
Também achei relevante o ponto sobre o novo perfil valorizado pelas empresas. Hoje, além da competência técnica, características como aprendizado contínuo, pensamento analítico, autonomia e capacidade de adaptação se tornaram diferenciais competitivos. Em setores que mudam rapidamente, como automação e tecnologia, talvez seja mais estratégico contratar pessoas com boa base técnica e alto potencial de aprendizagem do que buscar apenas alguém que já domine todas as ferramentas.
Na minha visão, isso reforça a necessidade de um RH mais próximo da estratégia do negócio. O RH não pode atuar apenas preenchendo vagas; precisa entender quais competências serão necessárias no futuro, apoiar a formação interna, criar trilhas de desenvolvimento e alinhar expectativas entre empresa e colaborador.
Portanto, o mercado está aquecido, mas não necessariamente equilibrado. Existe demanda, existem profissionais disponíveis, mas ainda há uma distância entre formação, experiência prática e necessidades reais das empresas. Esse talvez seja um dos grandes desafios para os próximos anos no setor tecnológico.