Olá, colegas!
Para contribuir com essa discussão, quero partir da minha própria realidade profissional:
Na Emergent Cold LatAm, onde atuo como Gerente de Compras, as práticas de coaching e mentoring ainda não estão formalizadas como programas estruturados. O que existe, na prática, é o que eu chamaria de mentoring informal e não declarado: profissionais mais experientes orientando os mais novos no dia a dia, especialmente nas operações de cada país, onde o conhecimento sobre legislação local, fornecedores e cultura de negociação é muito específico e dificilmente está documentado em algum lugar. Esse tipo de transmissão acontece, mas sem critérios claros, sem acompanhamento e, portanto, sem garantia de continuidade ou de qualidade. A empresa cresceu muito rapidamente por meio de aquisições em mais de onze países, o que torna esse gap ainda mais visível: há um enorme volume de conhecimento tácito disperso entre as operações que, sem um programa de mentoring intencional, corre o risco de se perder quando as pessoas saem.