Na empresa em que trabalho, uma agência de marketing digital, não existem processos formais de coaching ou mentoring. Porém, já tivemos a participação de um profissional externo que ajudou a reorganizar alguns processos internos, sugeriu novos formatos de organização, implantou uma plataforma de gestão de projetos e mapeou o fluxo das áreas. Embora não tenha sido um programa estruturado de mentoring, houve uma troca de conhecimentos e direcionamentos que contribuíram para o desenvolvimento da equipe e para melhorias organizacionais.
Em relação a exemplos práticos, muitas empresas utilizam programas formais de coaching e mentoring para desenvolver talentos e lideranças. A Google, por exemplo, é conhecida por incentivar o desenvolvimento contínuo dos colaboradores, enquanto a IBM possui iniciativas voltadas à troca de conhecimento entre profissionais mais experientes e novos talentos. No Brasil, a Natura também investe no desenvolvimento de lideranças e no aperfeiçoamento de competências.
De modo geral, esses programas costumam ser oferecidos para profissionais em cargos de liderança, trainees, colaboradores em desenvolvimento ou pessoas com potencial de crescimento dentro da organização. O coaching tende a ser mais voltado ao desempenho e alcance de metas específicas, enquanto o mentoring é mais relacionado ao aconselhamento, troca de experiências e desenvolvimento de carreira no longo prazo. Acredito que, diante das mudanças constantes do mercado, essas ferramentas podem contribuir bastante para o crescimento tanto dos profissionais quanto das empresas.