O movimento anticiência rompe um fluxo essencial para o desenvolvimento: a cadeia que transforma investigação científica em soluções e inovações práticas. Como aponta Appolinário (2012), a ciência se diferencia do senso comum pelo seu caráter metódico e verificável. O negacionismo erra ao tratar a percepção individual como ponto final, e não como ponto de partida.
O impacto disso na gestão e nas políticas públicas é direto. A desinformação sobre vacinas derruba taxas de imunização e o negacionismo climático trava decisões baseadas em dados. Para quem atua com Estratégia e Inovação, o cenário é claro: organizações que tomam decisões baseadas em evidências reduzem incertezas e entregam resultados sistematicamente superiores.
A solução exige democratizar o acesso ao conhecimento. Plataformas como Google Acadêmico, SciELO e o Portal de Periódicos da CAPES são ferramentas fundamentais para fundamentar estratégias em dados confiáveis.