Mentoring e Integração de Novos Colaboradores

Mentoring e Integração de Novos Colaboradores

de Daniela Stedile Fernandes -
Número de respuestas: 1

De forma indireta, é possível identificar os conceitos de Mentoring na empresa onde atuo. Embora essa prática não seja formalmente denominada como mentoring, a maneira como ocorre o desenvolvimento dos funcionários dentro do setor apresenta fortes características desse processo.

A empresa opta, em grande parte das contratações, por jovens recém-formados ou profissionais com pouca experiência. Quando são integrados à equipe, um funcionário mais experiente, normalmente o profissional sênior do setor, torna-se responsável por auxiliar no desenvolvimento desse novo colaborador. Esse acompanhamento vai além da supervisão das entregas e atividades diárias, envolvendo também o compartilhamento de experiências, orientações sobre a cultura e os valores da empresa, além da demonstração das expectativas em relação ao desempenho e postura profissional esperados.

Dessa forma, o profissional mais experiente atua como um mentor, contribuindo não apenas para o desenvolvimento técnico, mas também para o amadurecimento profissional e pessoal do novo funcionário. Esse processo favorece a adaptação à organização, fortalece a confiança do colaborador e contribui para a formação de profissionais mais preparados e alinhados aos objetivos da empresa.

En respuesta a Daniela Stedile Fernandes

Re: Mentoring e Integração de Novos Colaboradores

de Christiane Pinheiro da Silva Bittencourt -
Daniela, adorei o seu exemplo! Acho que você tocou em algo muito real que é o mentoring acontecendo na prática sem necessariamente ter esse nome. Esse modelo que você descreveu, em que o profissional sênior acompanha o novo colaborador desde a chegada, vai muito além de uma simples supervisão é exatamente o que o texto da apostila traz quando fala em orientar, aconselhar e transmitir a cultura da organização.
Na empresa onde trabalho estamos tentando estruturar algo parecido, mas ainda de forma bem informal. O que me chama atenção no caso de vocês é que, mesmo sem o nome formal, a prática já existe e parece funcionar bem. Isso me faz pensar que talvez o primeiro passo não seja criar um programa do zero, mas reconhecer e organizar o que já acontece naturalmente. Você acha que formalizar esse processo traria algum ganho concreto para a equipe ou existe um risco de perder a naturalidade que faz ele funcionar?