Daniela, adorei o seu exemplo! Acho que você tocou em algo muito real que é o mentoring acontecendo na prática sem necessariamente ter esse nome. Esse modelo que você descreveu, em que o profissional sênior acompanha o novo colaborador desde a chegada, vai muito além de uma simples supervisão é exatamente o que o texto da apostila traz quando fala em orientar, aconselhar e transmitir a cultura da organização.
Na empresa onde trabalho estamos tentando estruturar algo parecido, mas ainda de forma bem informal. O que me chama atenção no caso de vocês é que, mesmo sem o nome formal, a prática já existe e parece funcionar bem. Isso me faz pensar que talvez o primeiro passo não seja criar um programa do zero, mas reconhecer e organizar o que já acontece naturalmente. Você acha que formalizar esse processo traria algum ganho concreto para a equipe ou existe um risco de perder a naturalidade que faz ele funcionar?
Na empresa onde trabalho estamos tentando estruturar algo parecido, mas ainda de forma bem informal. O que me chama atenção no caso de vocês é que, mesmo sem o nome formal, a prática já existe e parece funcionar bem. Isso me faz pensar que talvez o primeiro passo não seja criar um programa do zero, mas reconhecer e organizar o que já acontece naturalmente. Você acha que formalizar esse processo traria algum ganho concreto para a equipe ou existe um risco de perder a naturalidade que faz ele funcionar?